Acordo, vou para a faculdade onde me deparo com grandes conflitos e desconstrução dos pensamentos anteriormente construídos. É difícil abrir mão de conceitos há anos solidificados, para entrar em um mundo onde tudo é questionável. É difícil saber que tudo o que você aprende foi construído em cima de um ponto de vista, e na aula seguinte, ver a mesma situação por outro ponto de vista. Você tem que construir o seu próprio saber, baseado naquilo que você acredita. Mas pra isso, é necessário ser forte e persistente, acreditar que você tem muito a contruibuir com aquilo que estuda. Mas... não é fácil.
Saio da faculdade, esquento minha marmita, almoço e começa a segunda parte da minha jornada diária.
As 13h00 entro no trabalho. Dá um frio na barriga... Cada criança chega acompanhada de seus pais, que trazem um olhar carregado de expectativas e de esperanças, onde, na maioria das vezes, criamos força para mais um dia de trabalho pesado. Conforme o tempo passa, o corpo vai sentido o resultado do trabalho mental desenvolvido. O corpo fica pesado.
A rotina é muito dinâmica. São 4 horas de total entrega à aquilo que fazemos. O apoio, dentro e fora de lá, é fundamental para que se siga neste caminho, que é percorrido todos os dias, também com expectativas pessoais, mas que quando confrontadas com o que há de teoria nesta prática, ficam totalmente infundadas.
O cansaço físico, creio que provém do mental que, se não cuidado de forma correta, pode adoecer junto com o corpo. É necessário ficar atento em si mesmo, até para que no dia seguinte, você consiga começar tudo outra vez...
Um comentário:
Ei, você escreve bem, mocinha! Não pare, estou adorando seus textos.
É incrível essa força que a gente não entende de onde vem, pra lidar com determinados problemas no dia-a-dia.
Beijooooos amo você
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