Como disse em outro post, a expectativa das mães das crianças excepcionais com quem trabalho, são claras e evidentes. Mas, existe uma regra: Não fale com os pais. Porquê? Não sei dizer, nem nunca tentaram me explicar. O que fazer nessa hora? Burlar as normas e atender uma necessidade psicológica dos pais, ou agir confome foi institucionado?
Prefiro a primeira opção.
Não consigo me imaginar deixando de lado algo tão relevante e emergente.
Muitas vezes, uma boa conversa entre estagiários e pais pode resultar numa melhora crescente da criança. Faltam informações a essas pessoas que muitas vezes não sabem como agir. Tento ser direta e cuidadosa quando falo.
E a lição é que NUNCA devemos falar o que não sabemos. Mas quando o saber está dentro de nós, e pode causar um bem estar e uma progressiva melhora na relação e no desenvolvimento da criança, porque não?
Um comentário:
Concordo... apesar das barreiras que os superiores impõem, quem mais do que os pais precisam de informações e orientações sobre as crianças?
Beijos
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